EU ESCOLHI A MÃE ERRADA?
Mensagem de Jennifer Hoffman
06 de Abril de 2012
 
Eu sempre pensei que tivesse nascido com a mãe errada. Em vez da mãe que eu tinha, eu podia me ver vivendo com a Princesa Grace de Mônaco. Ela viveu em um castelo, era linda, imponente, comprava para a sua filha Caroline (que tinha a minha idade), roupas maravilhosas, e levava os seus filhos para magníficas viagens. Eu costumava sonhar em ter uma mãe tão fina e me perguntava por que a minha mãe não me deixou ir e viver com outra pessoa, desde que ela era, tão obviamente, a mãe errada para mim. Eu não aprendi até muito mais tarde, que a minha mãe era a certa para mim e que eu a tinha escolhido pelas lições que eu eventualmente aceitei e transformei.

Como Índigos e Cristal, nós temos tipicamente desafiado as relações maternas. Se todos nós escolhemos a mãe adequada, então por que o nosso relacionamento com ela foi tão difícil? Era o seu trabalho nos dar as ferramentas que precisávamos para completarmos um trabalho tão importante nesta existência, por que então ela não fez um trabalho melhor de nos preparar para isto? Ela fez, mas não da maneira que pensávamos que ela deveria ter feito. A lacuna energética entre a geração nascida nos anos 50 e 60 e os seus pais (nascidos na década de 20 a 40), foi tão pronunciada que não pudemos evitar a escolha de aceitarmos ou rejeitarmos a sua energia. E desde que viemos para ser poderosos agentes de mudança, como Índigos e Cristal, precisávamos saber o que estávamos mudando.

Eu disse muitas vezes que as lições sobre o poder são criadas através do conhecimento da impotência e a mãe que escolhemos parecia torná-la a sua missão de vida, a fim de nos enfraquecer. E este foi o seu papel. Ela nos deveria mostrar os efeitos de escolhermos ser impotentes e não alinhados ou em integridade com o nosso poder. Alguns fizeram isto através do ciúme, da inveja, da amargura, da rejeição, de sermos insensíveis ou críticos, sacrificando-nos a proteger o seu estilo de vida, ou nos permitindo sermos abusados. O Karma que a nossa geração sofreu com a nossa mãe foi intenso, mas o seu propósito foi exponencialmente mais importante.

Através de nossa mãe, somos marcados com as energias fundamentais e com o DNA emocional, que são forças poderosas em nossas vidas e para a nossa jornada da vida e a escolhemos cuidadosamente, pois estas impressões eram forças poderosas para a transformação de nossas vidas e do mundo. No entanto, elas se tornam os nossos maiores desafios e a fonte de nossa dor mais profunda. O que quer que experienciemos com a nossa mãe, é o que iremos transformar em uma maior expressão de amor e de luz para uma vida mais poderosa, iluminada e magistral. E embora pensemos que escolhemos mal, nós realmente fizemos uma escolha poderosa com uma parceira que, a um nível de alma, ama-nos mais do que podemos imaginar e sabia que quaisquer lições que ela proporcionasse, nós eventualmente iríamos perdoar, curar e superar para nos tornarmos mestres poderosos de nossas vidas.
 
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Site original: www.enlighteninglife.com     

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Tradução de Regina Drumond Chichorro – reginamadrumond@yahoo.com.br  

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