FREQUÊNCIAS DE ASSINATURA
Mytre e os Arcturianos- Parte 04 - Por Suzanne Lie PhD
Em 01 de setembro de 2012
 
Quando acordei na manhã seguinte, estava tão animado que não consegui me vestir rápido o suficiente.

(Manhã era um ciclo escolhido ao invés do nascer do sol, já que estávamos numa nave espacial. Assim, sempre era "noite" fora da nave.)

Eu estava tão apressado para me vestir que pus minha jaqueta do avesso e levou ainda mais "tempo" tirá-la e vesti-la corretamente.

(O tempo era outro evento escolhido, pois os Arcturianos vivem no presente-eterno AGORA.)

Eu me contive de sair correndo pelos Corredores até a Área de Refeição Coletiva, novamente desnecessária, porque arcturiano não ingere alimento.

Quando entrei na sala cheia, fiquei surpreso ao ver meus dois colegas de tripulação. Não, meu outro amigo não tinha ressuscitado. Encaminhei-me depressa até eles e abracei os dois. Parece que eles estavam esperando por mim. Todos nós fomos buscar nossa refeição, o que foi uma experiência por si só.

Desde que havia membros na nave de toda a nossa galáxia e de além dela, nos era apresentada uma grande variedade de comida. Eu escolhi um café da manhã pleiadiano simples, como escolheram também meus dois amigos. Mas, a discussão animada sobre nossas muitas opções culinárias trazia um tom camarada e feliz de boas-vindas.

Meus amigos estavam muito felizes porque estavam para embarcar numa nave e voltar para nosso Mundo Lar nas Plêiades. Eles esperavam que eu me juntasse a eles e ficaram muito desapontados ao ouvir que eu ficaria com os Arcturianos.

Eu fui tomado, claro, por uma grande culpa quando eles me perguntaram como eu podia ficar longe de Mytria e nosso bebê. Eles também queriam saber se eu recebera autorização de nosso Comandante para permanecer com os Arcturianos.

Quando eu lhes disse que recebera a autorização apropriada, eu também tive de lhes dizer que eu não poderia contar por quê. Eu odiei manter um segredo de meus amigos com quem eu acabara de compartilhar uma experiência de quase morte, mas como eu poderia dizer a eles o que eu estava aprendendo?

Nossa conversa rapidamente degradou de uma amistosa camaradagem para uma discussão desconfortável sobre o retorno deles e a minha permanência. Finalmente, criei uma desculpa para sair, pois a culpa de estar afastado de minha família e de meu Mundo Lar era esmagadora.

Ao invés dos abraços carinhosos de boas-vindas de nossa primeira saudação, nós acabamos com um mortiço aperto de mãos enquanto eu tentava lentamente deixar a sala.

"Bem, demais para o meu primeiro glorioso dia de treinamento", eu pensei enquanto saía do salão.

Uma enorme nuvem negra pairava sobre minha cabeça enquanto eu, cabisbaixo, caminhava pelo corredor. Na verdade, eu estava tão absorvido em minha autocomiseração que praticamente trombei com meu mentor arcturiano.

Trombar com um Ser de Luz é uma experiência muito única, pois eu literalmente ENTREI nele. Quando o fiz, fui envolvido em tal iluminação e amor incondicional que caí no chão com se tivesse sido ferido. Na verdade, meu eu ferido despencou no chão. Ao mesmo tempo, eu pude sentir outra parte de mim, creio que era o meu próprio Corpo de Luz, elevar-se acima de mim.

Eu me senti como duas polaridades extremas em uma só pessoa.

A confusão de meu eu ferido e a iluminação de meu Corpo de Luz foi uma experiência tão única que eu quase desmaiei com o esforço para expandir minha consciência para esses extremos. Felizmente o arcturiano veio me ajudar baixando-se e tocando delicadamente nas costas daquele com o coração ferido.

Instantaneamente meu EU Luz entrou rapidamente no meu coração físico, e sem esforço, fiquei em pé. Quando me levantei, percebi que o arcturiano estava flutuando acima do solo e seu rosto estava fora da minha visão. Na verdade, seu rosto era mais uma luz radiante com dois pontos de foco que imaginei serem seus olhos.

Ele estava falando comigo telepaticamente, mas eu não podia ouvir. Minha distância física de seu coração e olhos fez-me acreditar que eu não podia ouvir sua mensagem telepática. Claro, o pensamento não fazia sentido, mas foi o pensamento que me veio.

Esse pensamento era realmente a mensagem?

Então eu percebi que o arcturiano estava me dizendo para me levitar até o nível em que eu podia estar mais perto de sua cabeça e coração.

"Sim, levitar", eu disse para mim.

Tentei me lembrar como eu fizera antes, mas não conseguia me lembrar. Após tentar e tentar, fiquei frustrado. Não! Fiquei furioso.

Como esse arcturiano podia esperar tanto de mim? Eu só estava naquela nave infinitamente enorme há poucos dias. Acabara de receber um novo corpo e desertara de minha família e de meu Mundo Lar para que eles me ensinassem a voar!!!!

Era a minha culpa apimentada com a raiva.

O que eu tinha feito?
Eu tinha tomado a decisão certa?
Eu era bom o bastante para realizar a enorme expectativa deles com relação a mim?
E assim por diante...

Então eu ouvi MUITO ALTO: "Como vai indo com a mestria de seu pensamento?"

Humor arcturiano! Eles tinham a capacidade de ser divertidos! A ideia de este Ser imenso de Luz pairar acima da minha cabeça e fazer uma piada, me levou a uma gargalhada incontrolável.

O riso aliviou minha raiva, minha culpa e minha tristeza, que era a base da culpa e da raiva.
O riso tornou-se mais controlável e lentamente se transformou numa sensação de alegria.
Fechei meus olhos agradecendo a alegria que, então, se expandiu de alegria para amor.

Neste momento o arcturiano tocou o topo de minha cabeça e senti a felicidade mais extrema que já havia experimentado. A felicidade continuou até que bati minha cabeça no teto do Corredor.

Eu ouvi a risada do arcturiano?

Caí no chão da maneira mais indigna e levantei os olhos para ver o arcturiano rindo. Ele baixou para me tocar e nós piscamos para outra área da nave. Este meio de transporte era bem animador. Não senti movimento.

Eu chamo de "piscar para outra área", porque me pareceu que eu estava em um lugar, então meus olhos se fecharam para um piscar no "tempo" e eles se abriram em um outro ambiente. Neste caso, eu assumi que era outro holoespaço, pois estávamos num rochedo olhando para as constelações e galáxias no espaço que eu nunca vira.

"Onde estamos?", perguntei. "Estamos em outro holoespaço?"

Ele me instruiu a piscar novamente e abri meus olhos para a visão familiar das constelações acima do meu Mundo Lar nas Plêiades.

Tentei ser educado quando eu disse: "É um holograma ou é real?"

"Tem alguma diferença?", foi a resposta que ouvi.

Eu teria que pensar antes de fazer minha próxima pergunta.
Ou, talvez, eu não deveria fazer uma pergunta.

Eu aprendera até então que uma pergunta respondida apenas levava a outra pergunta.
Portanto, decidi esperar e permitir que o arcturiano continuasse com o que ele pretendia.

Eu observava silenciosamente enquanto muitas vistas lindas de constelações e galáxias enchiam minha visão. Quando a beleza sobrepujou meus pensamentos, comecei a perceber que cada visão criava uma sensação diferente em meu Coração. Neste momento novamente vi a primeira constelação que fora me mostrada.

Porém, desta vez eu me lembrei de SENTIR todas as sensações que enchiam meu corpo, todas as emoções que surgiam dessas sensações e de ouvir todos os pensamentos que vinham à minha mente.

Nós passamos pelo ciclo de constelações e galáxias muitas vezes. Todas as vezes eu consegui SENTIR as sensações, emoções e pensamentos que eram iniciados por cada visão. Foi então que ouvi o termo "Frequência de Assinatura". Sim, eu entendi. Cada mundo tem uma Frequência de Assinatura.

Até então, eu havia reconhecido algumas estrelas, constelações e galáxias e me conscientizei de como a Frequência de Assinatura era imensamente mais informativa do que os nomes que nós lhes dávamos.

Voltei-me para o arcturiano para lhe dizer o que eu havia entendido, mas ele tinha ido embora. Mas ouvi uma mensagem clara em meu coração que eu devia ficar ali até ter memorizado todas as Frequências de Assinatura.
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Fonte: http://suzanneliephd.blogspot.com/
Tradução para os Blogs SINTESE e DE CORAÇÃO A CORAÇÃO:
Selene - sintesis@ajato.com.br
http://blogsintese.blogspot.com/
http://stelalecocq.blogspot.com/ 
 
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