A PLENITUDE DO AMOR-PRÓPRIO
por Ute Possegga-Rudel
em 05 de julho de 2013
 
 
  Meus amigos mais queridos,

Enquanto não houver genuíno e verdadeiro Amor-Próprio e auto aceitação não há realização em nossa vida. Dele toda vida começa plenamente, somente então podemos doar aos outros e ao mundo, refletindo nosso potencial. Assim as águas do viver não secam e estão disponíveis para sempre em fluente plenitude.

Amor-Próprio é quando estamos descansando em nossa própria Verdade imutável.

Amor-Próprio é quando nossa Alma rege nossa vida.

Amor-Próprio é quando sabemos quem Somos.

Amor-Próprio é quando o Bem do Ser está desbloqueado.

Amor-Próprio é sem forma e apenas Ser. É radiância. É o próprio Amor. É alegria. É paz. É sem tempo. Nosso Poder verdadeiro. É diretamente unido com Tudo Que É. É sem espaço e sem localização,mas pode ser colocado no coração. É a Centelha Divina em nosso coração ou Ser. É o próprio Coração do Ser.

Se não conhecemos este Eu, não podemos amar a nós mesmo verdadeiramente, e assim procuramos pelo amor em outros lugares e o amor de outros.

O Amor não pode ser dividido. Apenas é. Podemos participar dele, podemos ser o Amor. Mas não podemos estar separados em partes, uma aqui, outra ali.

Amor é um fenômeno que apenas é. Precisamos nos render a ele.

Quando esquecemos de nós mesmo, o pequeno eu que está com medo e raiva e culpa, que é triste impera, do contrário este Um Amor-Próprio pode emergir como o Amor que apenas é.

É o campo de Unidade que sempre fomos, priorizado a todos estes erros e descrença, confusões, dúvidas, imaginações de um pequeno eu, fraqueza, sem poder, vitimizado. Todas estas identificações separatistas que esforçam-se para sobreviver.

No Amor-Próprio só há plenitude. Não pode ser diminuído. Mas quando somos tragados para o lado da pista de nossos eus, fora de nosso centro do próprio Ser, conforme nossa mente cria pontos de vista separados e convicções, partes do todo, importância, diferenças que separam e que são vistas como uma expressão do Eu, não podemos ter Amor-Próprio e procuramos amor e aceitação dos outros. Porque nosso coração nunca pode aceitar e amar o que não é real, e assim não aceitamos a nós mesmo. Neste momento nos traímos. Sabendo ou não, o trono do Amor-Próprio, ficamos perdidos na terra da ilusão, embora a sociedade nos diga que ela seja a única realidade. Familiares nos dizem isto, professores ensinam isto, universidades estão instruindo isto e igrejas pregam isto. Hipnotizados e esmagados por esta doutrinação de massa, ficamos em uma maneira de pensar separatista, confusos e alienados de nós mesmo. Familiares, professores, amigos, amores e igrejas apenas nos amam se nós não amarmos a n´s mesmo verdadeiramente. Se o fizessemos eles teriam medo de nossa liberdade. Então para sermos amados, escolhemos a dependência dos outros. Este é o contrato. E assim não somos livres. Pagamos um preço muito alto para este pálido aparente substituto da felicidade, que é tão frágil e sempre desaparece em águas da ansiedade, da insegurança.

Precisamos ser honestos! Apenas a honestidade profunda nos diz se realmente amamos a nós mesmo. Pensamos que sim, com frequência. Mas é apenas um pensamento, um desejo. E continua sendo enquanto não exploramos verdadeira e minuciosamente nosso sentimentos e emoções e medos e inseguranças que estão bloqueando a liberdade de nosso infinito Eu e assim não podemos vê-lo. Amor-Proprio não pode nunca ser apenas um pensamento, ideia ou imaginação. Deve ser experienciado e vivido completa e diretamente. Para isto precisamos sentir dor, permitir que machuque, daquela maneira velha de não sermos amados ou de fracassarmos.

Mas como podemos esperar que outros nos amem se não amamos a nós mesmo primeiro? Como podemos nos amar se não entendemos que falhar é parte do processo de aprendizado? O processo de aprender ou investigar a alma nesta imperfeita dimensão?

Amor-Próprio é saber que todas experiências, sucessos e fracassos estão subordinados ao nosso Eterno Ser do Ser. No imperecível e Eterno Campo do Ser não existe sucesso ou fracasso. Ambos são experimentados e interpretados pelo eu separatista, que é construído pela mente.

O processo de investigação da alma, nesta densa realidade, termina quando a Presença de nosso Eu Divino emerge vitoriosamente ao completarmos a jornada de aparente separação Dele.

Isto não significa que daqui em diante teremos que ser perfeitos em nossa aparência! Perfeito só pode ser o Eu. Ainda poderemos cometer erros e experimentarmos emoções. Não nos tornamos estátuas, sem vida ou movimento, porque as ondas da vida continuam neste ainda imperfeito mundo.

É na verdade sobre este Emergência, este re-achado novamente, auto-descobrimento de algo que nunca perdemos. Para a união como que Somos
novamente, precisamos de discriminação para entender o que não é o Eu, abandonando-o, aceitar a dor e os erros e então não desistir do processo de auto-descoberta, focados como uma seta em nossa verdade intuída. Aquilo que focamos, revela-se! Como não desistimos, dedicados com Amor e perseverança alocamos o que sempre temos sido. Não há um outro lado para sempre que possa destruir o que Somos.

Uma vez que permitimos nosso natural e sempre existente Amor-Próprio aflorar da profundeza de nosso Ser, tudo torna-se uma dança, uma alegria, uma simplicidade.

E os dilemas desaparecem na unidade de todas as coisas e seres e na beleza da Existência Divina.

E assim é!

Com muito amor,

Ute.
 
 
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Obrigada, Ute.
Tradução: Regina Funicelli <regina_funicelli@hotmail.com>
 
 
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