Mensagem de P'taah
Outubro 2007
P'taah através de Jani King
 
 
“Saudações, amadas pessoas. Saibam, vocês e o medo são amigos muito antigos. Vocês têm vivido com o medo desde o nascimento. Desde a época do seu nascimento, deste primeiro choque de angústia e dor, na primeira vez em que vocês foram invalidados, vocês construíram os muros da invulnerabilidade em torno do seu coração. Então começou o terror absoluto de que vocês não são adequados e de que não são dignos, e certamente não são dignos de amar, e portanto, neste estado, vocês estarão sozinhos.

Assim é como as humanidades estiveram vivendo as suas vidas nestes eons de tempo e agora é o momento de mudar isto. Agora é o momento de transformar a sua vida, de ter o que realmente, realmente desejam. Agora é o momento de vir para casa. Agora é o momento em preparação pelo que é chamado de transformação maravilhosa, não somente desta espécie chamada de humanidade, mas para o seu planeta. Agora!

Deixem-nos observar um pouco em como vocês interagem com o seu mundo. Quando vocês estão travados no medo, no terror de não ser adequado – e realmente vocês podem dizer que esta é a linha final das humanidades agora, que vocês não são adequados. Esta é a coisa que os mantém despertos no meio da noite. Isto é o que os mantém em reação ao invés do fluxo maravilhoso, vulnerável com as pessoas com as quais vocês entram em contato – devido ao terror, devido à dor, vocês não querem sentir.

O sentimento é o maior terror de todos, porque vocês sabem absolutamente que o amor se equipara à dor. Vocês sabem absolutamente que se vocês chegarem ao sentimento dele, será tal a angústia que vocês não sobreviverão. Observem a sua vida. Observem como ela tem sido até aqui.

Assim vocês farão algo, de modo que não tenham que ir ao sentimento. Bem, tudo isto está certo, sabem, exceto que isto não lhes traz o que vocês desejam. Assim o que vocês fazem é dizer: “Aquele ali é uma pessoa terrível”, ou “Observe este. Olhe como ele se veste. Este é gordo. Este é magro. Este não tem dinheiro. Este não é inteligente”.

O que significa quando vocês dizem: “Eu não gosto deste. Ele é gordo”. Vocês consideram que estas coisas estão “lá fora”, mas se vocês não fossem todas estas coisas interiormente, não seriam capazes de percebê-las. Em sua mente, uma pessoa gorda se equipara a tal e tal, e é isto o que estão aterrorizados em ser. E se vocês são tal e tal, então vocês não são dignos, assim nós nos reportamos a esta sórdida e pequena palavra chamada “julgamento”. Tudo isto é uma história e todos os julgamentos lá fora são simplesmente um reflexo para lhes mostrar quem vocês são.

Algumas vezes isto é muito traiçoeiro para vocês, porque as muitas estruturas de crença que vocês têm sobre a sua vida, são em grande parte uma parcela de sua personalidade que nem mesmo sabe que vocês acreditam em algo. É simplesmente “vida”. É simplesmente “realidade”. Entretanto, amadas pessoas, a sua vida lhes apresenta a cada dia o que vocês acreditam e o que temem.

Vamos dizer que vocês estão passeando e tendo uma manhã maravilhosa, e naturalmente o Sol está brilhando. Então alguém em um restaurante derrama uma xícara de café em seu colo e isto estraga todo o seu dia. Esta pessoa é tão estúpida que eles fariam tal coisa e eles arruinaram a sua melhor calça e vocês têm um compromisso especial para ir, e assim continua mais e mais – a história, a história.

Assim o que vocês poderiam fazer? Parar e observar o que está por trás da raiva. O que está lá embaixo? A cada vez que há raiva, há medo. Não é necessário muito para se chegar ao que é o medo. Simplesmente fiquem tranqüilos e escutem. Façam a pergunta: “Mas por que, mas por que, mas por que?”

O que acontece então é extraordinário, porque ao invés desta notável pessoa com um encontro importante, cujo dia foi arruinado por alguém que derramou o café, vocês descobrirão que há um pequeno bebê vivendo interiormente que está aterrorizado do que indagaram e descobriram. A cada vez chega a esta pequena criança que vive dentro do seu peito que está amedrontada.

Agora, devido as suas experiências de vida, vocês não se aproximam de alguém e dizem: ”Sabe, eu estava berrando e gritando, mas você sabe, a verdade é que eu estava realmente aterrorizada porque quando conversamos, eu sinto que não sou ouvida. Eu sinto que sou dominadora. Eu sinto que perco a minha identidade. Sinto que você chegará e enterrará uma faca em meu coração se eu lhe mostrar onde está o meu coração”, etc, etc.

Entendam, sempre, sempre, isto recai nas coisas realmente básicas que o bebê dentro do seu peito está sentindo. Isto não é muito difícil, hum? O medo é o bebê interior, amedrontado.

Assim, o que vocês fazem com este bebê? Vocês não o expulsam. Isto já tem sido feito. E vocês não tentam reprimi-lo, ou liberá-lo ou afastá-lo. Não! Como dissemos antes, vocês seguram o pequeno bebê e o mantém junto ao seu peito e dizem: “Amada criança do meu coração, aqui estamos, você e eu. Eu a amo e nós vivemos em um universo seguro e juntos, você e eu, vamos para casa”.

Muito simples. Realmente tudo isto é simples, vocês sabem. Toda esta tolice que lhes dizem que vocês devem fazer isto e fazer aquilo e impor o que vocês devem comer e não comer e o que vocês devem beber e não beber para que se tornem iluminados, o que vocês pensam disto? Amados, tudo fora de vocês é simplesmente uma história. Vocês realmente são a fonte de influência e têm tudo dentro de vocês. Muito simples.

E quanto a estas crenças que os mantêm travados em uma situação onde não estão criando o que desejam em sua vida – estas crenças que vocês nem mesmo identificam como crenças? Estas são boas de observar e lhes mostram a cada dia de sua vida o que vocês desejam, parem e observem a situação. “O que eu desejo e por que isto não está ocorrendo?”

Observem os medos. Muito freqüentemente há medos embutidos lá em torno do que vocês desejam, seja o medo da carência ou o medo da “indignidade”. Então há a crença sobre como funciona o seu universo para criar o que vocês desejam. Assim examinem estas crenças muito cuidadosamente, de modo que possam identificar os velhos padrões.

Então simplesmente sustentem a velha crença e digam: “Bem, esta velha crença tem feito muito bem até agora, mas não me serve mais, porque eu sei que sou um deusa/deus soberano e o que realmente desejo é tal e tal e tal.

Simples? É muito simples, realmente!

“Namaste”

P'taah
 
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Traduzido por: Regina Drumond reginamadrumond@yahoo.com.br 

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