O PRESENTE DIVINO DA ESCOLHA
P’taah atravÉs de Jani King
Outubro de 2007

 
 
P’taah, nós realmente temos escolha em qualquer coisa que seja?

De certo modo, isto que é escolha é um presente divino para a humanidade. Você determina a cena, como ela era, antes que você nascesse – não importa que plano do jogo de amplo espectro que você escolheu antes do seu nascimento – e por isto queremos dizer a sua raça, gênero, nacionalidade, lugar e momento do nascimento, situação sócio-econômica, e as possibilidades ou probabilidades de amplo espectro dentro da estrutura que você escolheu. Antes do momento do nascimento, você também escolheu determinados traços da personalidade, sua potencialidade genética, e a sua herança.

Naturalmente, há sempre escolha. Assim, dentro disto, a escolha não é realmente o que você fará – a escolha é mais sutil do que isto – a escolha é como você será com o que você cria. Porque aquilo que você criar – seja conscientemente ou não – você terá um tipo de reação emocional a esta manifestação, e você tem uma escolha de como isto será.

Naturalmente, muito disto depende de suas crenças sobre quem você é. Assim, enquanto você se liga mais e mais a esta idéia mais elevada de quem você é – uma expressão eterna e perfeita da criação – mais você adquire esta crença, mais amplas e criativas podem ser as suas escolhas. Quando você chega, educado de certo modo, com crenças muito firmes – particularmente os julgamentos negativos sobre você mesmo – quando você acredita que não tem escolha, quando você acredita que está preso ao “ser uma vítima” neste mundo, então esta é a verdade para você. Inicialmente, quanto mais você se revela, mais adquire o conceito intelectual de que você é a expressão perfeita e eterna da criação, e certamente, então vêm as escolhas mais amplas de como você pode ser, como pode se transformar, como pode estar mais na alegria, mais na criatividade, mais na gratidão, mais em seu estado de graça. Assim a escolha é o seu presente divino para cumprir a sua vida ou ter uma vida realizada.

O Salto Quântico: Assumindo a Responsabilidade

E eu imaginaria que é uma questão de percepção.

Tudo é percepção, porque toda a sua vida é subjetiva.

Sim, ela apenas parece algumas vezes – e é principalmente quando estou na alegria – que eu estou “sendo embalado”. É como se o universo estivesse escolhendo através de mim, mais do que fazendo algo. É como se já estivesse escolhido.

Mas, veja, a sua escolha é para estar acessível e estar disponível para isto.

Está certo, mas isto está acontecendo se eu o percebo deste modo ou não?

Oh, está. Mas, como dissemos, a experiência pode ser mais ampla, mais excitante e mais apaixonante quando ela é consciente.

Podemos voltar a este “salto quântico” onde mais pessoas estão e como você alcança onde mais pessoas estão neste estado de êxtase? Eu sei que tem muito a ver com julgamento, mas eu não entendi onde está a conexão.

A realidade é uma percepção, e quando você está preso – quando os humanos estão presos nas crenças limitantes sobre quem são – então é muito aterrorizador estar aberto para o Universo. O primeiro passo é assumir a responsabilidade por sua vida, e isto é reconhecer que você cria tudo isto. E quando reconhece isto, o segundo passo é dizer que tudo é perfeito, porque você é a extensão perfeita da criação.

Isto é o salto quântico: compreender estas coisas intelectualmente, de modo que você possa estar disponível emocionalmente para a conexão, para a alegria. O salto quântico, de certo modo, é simplesmente assumir a responsabilidade.

Eu posso quase sentir a pequena mudança sobre a qual você está falando, quando você assume a responsabilidade e sabe que tudo é perfeito... e é bem aí que muda. Estou correto?

Certamente, amado. Quando você está na posição de estar fechado, ser vítima, estar no julgamento negativo e no terror de ser descoberto de não ser digno...

Oh, sim!

Veja, no bloqueio do coração, no isolamento – no terror de ser descoberto como não sendo digno – não somente você está se isolando no medo, mas o próprio medo impede a possibilidade de estar no reconhecimento do fluxo desta conexão divina. Muito freqüentemente, dissemos que é o terror de não ser digno que o leva a se isolar no seu coração. Você é pego em sua ilusão – a sua história desta vida – você não tem nenhuma percepção de que está cercado pelo invisível; você não tem percepção de que a sua realidade surge com as realidades invisíveis, outras realidades dimensionais; você não tem percepção de que está totalmente conectado com cada ser que já existiu sobre o seu planeta; você não tem percepção de que aqueles a quem amou – que morreram – não se afastaram de você. Assim, de certo modo, você é como uma criança brincando com tal intensidade e foco que não está consciente de nada, exceto disto. Entretanto, algumas vezes você está consciente deste fluxo divino de êxtase, de alegria, de paixão, que é a sua conexão com o divino.

Uma Mudança de Foco

P´taah, ao falar anteriormente sobre esta percepção de experienciar uma queda micro-cósmica, uma queda da graça – e eu não quero dizer de um modo negativo, apenas parece que...

Oh, amado, nós nem mesmo chamaríamos isto de “uma queda da graça.” Você está real e verdadeiramente – sempre – em um estado de graça, no maior sentido disto. Entretanto, você poderia simplesmente dizer, “uma mudança de foco.”

Certo, eu imagino em minha percepção, quando eu fui viver nas selvas e comecei a brincar com argila, senti como se tivesse virado as minhas costas a Deus.

Você tinha esquecido neste momento de que Deus estava na argila e na floresta.

Certo, e pareceu que foi quase um processo natural também. Parece que é o que a humanidade está aqui para fazer. É isto o que eu quero perguntar: É isto o que a humanidade está aqui para fazer? – voltar-se para a luz e ser iluminado e conectado como estivemos antes que fizéssemos a queda micro-cósmica, antes que viéssemos a este planeta?

Amado, não houve queda.

Sim, sim, mas porque os véus baixaram, e nos sentimos desconectados, parece uma queda.

Certamente, mas veja, vocês escolheram isto.

Sim, isto é maravilhoso; eu compreendo.

Vocês escolheram isto, e vocês nunca estiveram, nunca estiveram desconectados da Fonte. Como possivelmente poderiam estar?

Eu estou apenas dizendo que em minha experiência...

Mas pela experiência – tudo isto – é levá-lo de volta à idéia de que não há nada que não seja a Fonte. E nesta compreensão de que não há nada que não seja a Fonte – quando você se conecta, quando você brinca com a sua argila, quando você tira as suas roupas e dança nu ao luar – você está dizendo: “Aqui estou, esta expressão perfeita da criação com outra expressão perfeita da criação, e obrigado, obrigado, obrigado!”

E assim eu estou imaginando se é um ciclo, e estamos continuando a cumpri-lo repetidas vezes, até que realmente o consumamos realmente. Talvez nós o assumamos mais e mais intensamente e...

Bem, você sabe que pode encarar isto deste modo. E de certo modo, este é um modo prático de encará-lo. Lembre-se também que dentro dos ciclos, os ciclos estão ocorrendo simultaneamente. Assim, no eterno Agora, você é perfeito – somente uma mudança de foco. Deste modo de observá-lo, você poderia dizer, em termos de seus ritmos cíclicos da história, que você tem um ciclo que é chamado de sociedade patriarcal, e você tem também um ciclo que é chamado de sociedade matriarcal. Tudo isto é simplesmente de modo que tenha cada experiência possível.

Se você observar a sua história do mesmo modo, poderá ver que o ciclo no qual esta nação está agora, é o supremo, mas então ele enfraquece, e outro vem – quase como ondas no oceano. E é assim com você – em todas as suas existências – experiência todas as histórias. Em algumas, você é muito iluminado, em outras, não sob qualquer condição. Algumas vezes você se lembra quem é; algumas vezes, não. É assim nesta existência. Alguns dias você se sente totalmente iluminado, e isto algumas vezes continua por semanas ou até meses, quando você está flutuando neste conhecimento de quem você realmente é em sua conexão. E outras vezes, você perde totalmente o enredo, e você vive no medo e na escuridão, na tristeza. Assim é.

Eu acho que isto é quando apreciamos realmente a sua capacidade ao dar um apoio. Eu aprecio a densidade também. Eu estou começando a apreciar ambos, naturalmente, conclusões da ascensão e da queda; eu sei que tudo isto é bom. É quando estamos nisto, como você diz, que esquecemos; é nos lembrarmos quando estamos nele. Eu tenho uma pergunta de um amigo, e fala de como estamos tratando este planeta. Talvez seja apenas uma questão de percepção, mas parece que nós, humanos, somos inescrupulosos ao destruir a Terra, como estivemos.

Tanto quanto alguns que são inescrupulosos em destruí-la, há também muitos que estão modificando isto. E dizemos a cada um de vocês que o seu dever é amar à Deusa e mostrar isto – de qualquer modo – vocês mudarão a consciência da ganância e da destruição.

Por alguma razão, me veio este pensamento. Parece-me que estamos compelidos a fazer isto. É algo em nosso DNA ou na nossa programação, ou é a vontade de Gaia que façamos isto... algo. Eu não sei. Eu pensei que tratei isto com você e vejo quão profundo é isto e as causas originais disto.

A causa original é o medo – medo da carência.

Hum, apropriar-se de algo, apropriar-se de algo, tomar à força, sim!

E assim de certo modo, é a benemerência de Gaia – a Deusa – permitir isto, de modo que você possa vir a descobrir uma verdade mais grandiosa. A benemerência da Deusa é surpreendente.

Assim é isto o que está acontecendo? E você falou antes sobre isto? Isto é realmente apenas um reflexo de nosso próprio medo?

Absolutamente.

E aprender a compreender este medo?

Absolutamente.

E compreender que não há nada a temer? A coisa que eu acho que me ajuda com isto é dizer: “Obrigado”, e particularmente, “Obrigado por este universo seguro”.

Certamente.

E podemos somente fazer isto por nós mesmos. Não podemos forçar alguém mais a esta compreensão.

Não, você não pode. Entretanto, quando você interage em seus mundos – mostrando em suas ações o que está em seu coração e mente – você toca a consciência de todo o planeta.

Não Há Julgamento

Eu ainda me encontro um pouco incerta, quanto ao que nunca estamos realmente sozinhos, e há tons de outras energias ao meu redor. Eu considero esta insegurança – quero dizer, há partes de minha vida pelas quais eu preferiria não ter uma imensa audiência.

Envie amor, amado.

Eu sei, mas as coisas estão ainda terríveis nas minhas entranhas. A cada vez que você diz isto eu fico pensando: “Bem, talvez por apenas estes poucos minutos, eles não estarão lá.”

E você entende que não há julgamento sobre você?

Oh, bom Senhor! Você quer dizer que há este não julgamento?

Certamente.

Oh, isto é uma elevada interpretação de não julgamento, eu temo.

O que você poderia possivelmente fazer ou pensar – é que não somente as suas ações são conhecidas, mas os seus pensamentos também – o que é tão terrível sobre algo que você faria ou pensaria que você acreditaria que alguém o julgaria por isto, amado?

Provavelmente é me julgar, porque se alguém mais estivesse fazendo a mesma coisa – pensando a mesma coisa – eu nada pensaria disto. Mas o fato é comigo... eu acho que a pessoa que está me julgando sou eu.

Realmente.

A coisa que salta em minha mente é que se há seres que estão vibrando nesta freqüência, então eles estão no amor incondicional.

Oh, amado, você sabe que cada pensamento que você tem é um livro aberto para todos neste planeta.

E assim são os seus também, certo? Não há “meu” para algo ao qual pertença, há?

Certamente! Até quando você está sendo mesquinho e sórdido... entende, quando você observa outra pessoa que está sendo mesquinho e sórdido, você perdoa isto. Você diz: “Oh, bem, isto é somente porque ele está um pouco temeroso”. Acha que ninguém faria isto para você?

Sim, nós somos muito mais rigorosos conosco do que alguém mais seria.

É assim.

Assim vamos voltar as suas maravilhosas receitas. Você poderia fornecer uma receita maravilhosa para trabalhar através do julgamento, compreendendo o julgamento?

Não pare, respire e diga: “Eu sou a expressão perfeita e eterna da Fonte, e algumas vezes eu me esqueço e tenho medo”. Entenda, cada pensamento ou ação que não venha deste lugar de amor e permissão, vem deste lugar de medo de não ser digno. Isto é tudo. “Algumas vezes eu me esqueço”.

Sim, algumas vezes eu me esqueço. Eu não acho que tenha algo mais a dizer, P’taah.

Bem está certo. Assim é o suficiente para o momento?

Este é um adorável lugar para viver. Eu me sinto muito emotivo no momento.

Você está satisfeito, amado?

Sim.

Está certo, se você está satisfeito, então diremos que é o suficiente para o momento. Assim, realmente, lhes agradecemos por esta oportunidade de compartilhar com vocês, de servi-los. E com o maior amor, nos despedimos de todos e de cada um de vocês,

Namastê

P’taah

Através de Jani King
 
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Traduzido por: Regina Drumond reginamadrumond@yahoo.com.br 

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Jani King
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