INSPIRANDO EMOÇÕES
Mensagem de P'taah através de Jani King
14 de Abril de 2014
 
 
  Questionador: Eu tenho algumas perguntas acerca de lidar com as emoções. Fiz a sua técnica de amar o meu eu bebê e percebi que isto funciona muito bem para fazer com que os sentimentos se afastem. Mas, muitas vezes, os sentimentos retornam quando outras coisas acontecem e eu tive aqueles quatro medos básicos dos quais você fala, quando eles são acionados. Assim, eu acho que algo está mantendo este sentimento, aquele que é acionado e acho que este algo é a crença. Acho também que a crença cria a nossa realidade. Assim, estive pensando se você poderia recomendar algumas técnicas para como podemos nos desprender destas crenças que parecem manter tudo no lugar.

P’taah: Tudo bem. Agora, vamos dizer que não são apenas as crenças que mantêm a estrutura. As crenças, de certa forma, são a estrutura, mas o que ajuda a recriar mais e mais as histórias que provocam os velhos sentimentos, é a própria emoção, a frequência da emoção.

Agora, saiba, amado, a primeira coisa é dizer que não se deve se livrar dos sentimentos, mas, simplesmente, permitir que eles sejam. Compreender que quando você os puder permitir, então, eles irão flutuar para uma frequência diferente.

Assim, uma das coisas é o próprio fato de que você julga estas emoções como não agradáveis, como não sendo uma coisa boa, as quais devem ser liberadas o mais rapidamente possível.

Bem, saiba que você também deve compreender que o seu corpo emocional é parte de quem você é. É parte de sua estrutura. Você não estará na condição humana sem a emoção.

Assim, não é o fato de você ter a emoção, mas é o julgamento negativo que você tem sobre a emoção. Assim, sugerimos que você contemple esta idéia – que não há nada de ruim, nada de errado com a emoção, por si só.

Basta dizer, como você experimentou nos primeiros anos de sua vida, como você tem construído esta estrutura de crenças... e, amado, também em termos de crença, quando você se encontrar se ligando a uma destas antigas crenças que não lhe servem mais, então pare e reformule isto.

Por exemplo, para algumas pessoas, há uma crença: “Oh, coisas ruins sempre me acontecem.”

Você entende?

Questionador: Sim, entendo.

P’taah: Assim, no momento em que ocorre algo que você julga como “não tão bom”, esta crença surge inesperadamente em sua mente: “Oh, assim vamos novamente. Coisas ruins sempre me acontecem.”

Então, pare e inspire isto, porque isto em si mesmo desencadeia um sentimento.

E, simplesmente, reformule isto e diga: “Cada experiência que eu tenho é uma revelação e um aprendizado de como ser mais. Como conhecer mais o amor.” E apenas inspire isto.

E quando você prestar atenção e, é claro, quanto mais você estiver focado no presente, no momento do Agora, mais fácil será para você fazer isto.

Quando você entrar no hábito de prestar esta atenção à velha padronização das crenças, então isto o levará a reformular estas velhas crenças, para torná-las positivas, para deixá-las mais em sintonia com este novo você, com a forma com que você deseja que seja a sua vida. Isto faz sentido para você?

Questionador: Sim, faz, isto faz muito sentido.

P’taah: Tudo bem.

Questionador: Gostaria de continuar a partir disto. Quando você está falando sobre cada uma das emoções que temos, eu trabalho como um conselheiro. Se alguém está vindo com uma emoção em particular e eu quero ajudá-lo a senti-la ou a movê-la, há uma gama especial de emoção? Por exemplo, se uma emoção entrar em uma frequência, há outra emoção para a qual eu possa mudá-la quando eu ajudá-lo a passar pelo que ele está sentindo? Será que elas passam como que por um espectro, como um arco-íris?

P’taah: De certa forma, sim. Você pode dizer que o espectro é aquele que vai do medo ao amor. Assim, a transformação do medo para o amor muda realmente a frequência.

Então, como você ajuda aquelas pessoas que estão com trauma, ou muito aflitos para mudar isto? Bem, a primeira coisa importante é que elas devem respirar. Agora, como discutimos antes, tudo em sua realidade física, de certa maneira, é um espelho ou um reflexo daquilo que está na realidade maior.

Assim, a respiração em sua realidade física equivale à vida.
Se você não estiver respirando, não está vivendo.

Questionador: Certo.

P’taah: Mas, na realidade maior, a vida é realmente Deus/Deusa. Vida é amor, que é simplesmente outra palavra para Deus/Deusa.

Quando você puder, no meio da emoção, fique em silêncio e se concentre em sua respiração e inspire pela barriga, a emoção, então, o que você está fazendo é que você está abrindo o canal. Você está tocando a emoção. Você está na permissão da emoção.

O que geralmente acontece quando você entra em um grande estado emocional é que você deixa de respirar, ou respira com muita rapidez e com muita superficialidade. Assim, você a está bloqueando, controlando a emoção, controlando-a lá em sua barriga.

Assim, no momento em que você para e respira, o que você está fazendo é dizer: “Eu a reconheço e a permito.”

Em outras palavras, há um tipo de aceitação deste sentimento, desta sensação de aperto na barriga. Assim, no momento em que você respirar, concentre-se em inspirar a emoção, e você estará mudando e transformando a frequência dela. Quando você praticar isto para si mesmo, então, poderá usar isto para outras pessoas, quando estiver aconselhando.

Questionador: Eu acho que quando a pratiquei em mim mesmo, quando estou no meio da emoção e tento fazê-lo quando estou no aqui e agora, algumas vezes eu estou tão no aqui e agora que não posso pensar direito. Então, eu tenho que esperar algum tempo, até que esteja à beira da experiência e então eu possa fazer algo com o trabalho, mas não ainda quando estou bem no meio.

P’taah: Apenas, respire, amado, apenas, respire

Questionador: Grato!
 
 
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Traduzido por: Regina Drumond - reginamadrumond@yahoo.com.br 
 
 
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