O QUE NOS TEM SIDO ENSINADO
QUE DEUS QUER EM RELAÇÃO AO AMOR E AO DINHEIRO

Mensagem de Neale Donald Walsch
29 de Maio de Junho de 2011
 

Continuamos hoje a nossa revisão do que a humanidade tem sido ensinada, pelos seus diversos professores e religiões, acerca de O QUE DEUS QUER em relação a cada área da nossa vida.

COMO EU JÁ DISSE aqui nas últimas três entradas neste blogue, as perspectivas da humanidade acerca de muitas coisas têm sido impactadas pelo que os nossos professores nos têm dito sobre Deus e sobre os desejos de Deus que é difícil decidir que outras áreas da interacção da vida incluir numa lista destas. Hoje, vamos considerar o Amor e o Dinheiro.

Na nossa próxima entrada, iremos olhar para o Livre Arbítrio e o Sofrimento. Finalmente, iremos explorar os desejos de Deus no que respeita à Moralidade e à Morte.

Então, teremos trazido para este espaço um resumo bastante completo do que os nossos professores ancestrais e contemporâneos nos disseram acerca do Que Deus Quer.

Aqui estão as próximas duas categorias…

Amor

Foi dito a muitos seres humanos que O Que Deus Quer é que o amor seja incondicional. Deus tornou claro que Ele ama os humanos se eles fizerem o que Ele quer. Se não o fizerem, os humanos conhecerão a Sua ira. Serão condenados à danação eterna.

Alguns dizem que Deus age com amor quando Ele condena as pessoas à tortura eterna e interminável. Com esta explicação procuram preservar a imagem e o conceito de um Deus amoroso.

Um resultado deste ensinamento: muitas pessoas estão muito confusas acerca da verdadeira natureza do amor. Os seres humanos “percebem”, em algum nível profundamente intuitivo, que a imposição de um castigo interminável não é uma coisa amorosa de fazer. No entanto, é-lhes dito que tal castigo é uma demonstração do mais puro e elevado amor. É o amor de Deus em acção.

Não é invulgar que os seres humanos tenham, portanto, medo do amor, mesmo que tenham sido feitos com medo de Deus, que é a fonte do amor. Foram ensinados que o amor de Deus pode transformar-se em ira, num lampejo, produzindo resultados horríveis. Este pacote de amor e medo na teologia humana tem tido consequências no comportamento humano.

Anteriormente foi dito, “As ideias da humanidade acerca de Deus produzem as ideias da humanidade acerca da vida e acerca das pessoas.” Isto é profundamente verdadeiro, muitos humanos têm medo e são atraídos pelo amor ao mesmo tempo. Muitas vezes, o seu primeiro pensamento quando vão para uma relação amorosa é “Agora, o que vai esta pessoa querer, ou precisar ou esperar de mim?” Isto é, afinal de contas, a natureza da sua relação amorosa com um todo-poderoso Deus, e não têm nenhuma razão para crer que irá ser diferente com um ser humano muito mais fraco.

Há também o pensamento corolário que os companheiros numa relação têm o direito a esperar certas coisas em troca desse amor – esse amor é um dá-e-recebe, uma proposição de retribuição igual.

Estas expectativas e medos debilitam muitas relações amorosas desde o início.

Porque o amor e a pior tortura imaginável têm estados ligados nas mentes dos humanos como actividades naturais da parte de Deus, a maioria acredita que é certo e próprio punir outros seres humanos pelos seus comportamentos – tal como Deus faz.

Na talvez mais dramática demonstração disto, muitos seres humanos acreditam que é apropriado matar seres humanos como um aviso aos seres humanos que é inapropriado matar seres humanos.

Isto é, acreditam muitas pessoas no mundo, O Que Deus Quer.

Dinheiro

Foi dito a muitos seres humanos que O Que Deus Quer é que o dinheiro seja considerado a raiz de todo o mal. O dinheiro é mau e Deus é bom, e assim o dinheiro e Deus não se misturam.

Um resultado deste ensinamento: quanto mais elevado for o propósito de alguém e maior o seu valor para a sociedade, menor deve ser o seu rendimento. Enfermeiras, professores, funcionários de segurança pública e os de profissões de serviço semelhantes não são para pedir para fazer muito dinheiro. Ministros, rabis e padres ainda menos. Donas de casa e mães, sob esta linha de pensamento, não devem ter qualquer rendimento em absoluto. Se elas querem algo para elas mesmas, devem pedir aos seus maridos uns quantos dólares, ou cercear uns centavos do dinheiro da mercearia.

A mensagem aqui está: porque “a torpe ganância” é má, porque o dinheiro é intrinsecamente o mal, o pagamento deve ser na inversa proporção do valor da função realizada. Quanto melhor o feito, pior a paga. As pessoas não devem receber muito dinheiro por fazer coisas boas. E se estiverem a fazer algo realmente, realmente, realmente bom, devem querer fazê-lo de graça.

Os humanos criaram uma desconexão entre “fazer o bem” e ser bem recompensado. Por outro lado, fazer coisas de algum modo de menor valor intrínseco pode gerar recompensas de milhões. Assim é com as actividades ilegais de todos os tipos. Desta forma, os valores da sociedade desencorajam as acções nobres e incentivam a trivialidade e a ilegalidade. A palavra de ordem da humanidade é: quanto mais elevado o propósito, mais baixa a recompensa.

Isto é o que muitas pessoas no mundo acreditam Que Deus Quer.

 
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© 2010 Fundação Recreation – http://www.cwg.org – Neale Donald Walsch é um mensageiro espiritual contemporâneo cujas palavras continuam a tocar o mundo. A sua série de livros Conversas com Deus foi traduzida para 27 línguas e tem inspirado importantes mudanças nas vidas de milhões de pessoas.

Tradução: Ana Belo – anatbelo@hotmail.com

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