A TRANSIÇÃO DAS ALMAS
Mensagem de Julie Redstone
11 de Novembro de 2014
 
 
  Quando as almas partem da Terra, a família e os entes queridos podem, compreensivelmente, querer saber: Por que agora? Por que desta maneira? Especialmente neste momento em que grande mudança nos níveis espirituais está ocorrendo na Terra, as reflexões sobre a passagem das almas podem se tornar ainda mais dolorosas.

As almas escolhem o momento de sua morte dentro de uma ampla variedade de opções. Apesar de que uma gama de possibilidades possa existir, a conclusão do trabalho interior de uma vida é sempre o critério para a transição. Isto é conhecido pela alma, até quando esta conclusão ocorre em uma idade muito precoce – até mesmo quando ela ocorre a uma criança muito pequena.

Embora aconteça que ocasionalmente a intervenção humana possa alterar o plano de vida para o momento da partida das almas, ocorrendo esta mais rapidamente através de atos de violência, de negligência ou de crueldade, em sua maior parte, as almas que partem de causas que têm a ver com o funcionamento físico, fizeram escolhas em relação a este tempo. E mesmo quando um agente externo aparece como a causa principal da morte, muitas vezes, isto também, foi escrito no plano de vida da alma com fins de aprendizagem.

Os objetivos espirituais de uma vida são variados, tão variados quanto as almas que encarnaram na Terra. E, no entanto, há determinados padrões consistentes que têm a ver com tais coisas, como experienciar o amor mais profundamente, a compreensão dos relacionamentos, a revelação das possibilidades criativas, a busca de um caminho de serviço para benefício de outros e para a Terra, a cura de uma relação interna com o corpo e consigo mesmo – estas são apenas algumas coisas que podem formar pontos focais para um plano de vida, e eles não são mutuamente exclusivos, mas podem co-existir uns com os outros. Embora eles variem em conteúdo, cada um destes objetivos pode ser considerado como espiritual, pois cada um promove a aprendizagem da alma sobre a realidade e sobre a sua própria natureza interior.

Quando o sinal chega a uma alma de que uma quantidade de experiência foi concluída e que satisfaz os propósitos de uma encarnação, a alma deixa ir o seu domínio sobre o corpo físico, às vezes, por um longo período de tempo, e às vezes, rapidamente, retraindo a força vital que reabastece o corpo e permitindo que o processo natural de morrer se inicie. Isto pode se manifestar de várias maneiras, todas sendo de escolha da alma.

Em relação à busca de um caminho espiritual consciente durante uma vida, é necessário que certas almas estejam despertas e conscientes a respeito de seu trabalho espiritual, de suas origens e propósito, e que outras manifestem uma energia e propósito que não é plenamente conhecido ao eu consciente. Em ambos os casos, as almas podem estar intensamente comprometidas com um objetivo espiritual e quando o seu trabalho é concluído, elas estão prontas para avançar. Em alguns casos, este ponto de conclusão é conhecido pelo eu consciente, mas, muitas vezes, não é. No entanto, ele é sempre conhecido por aqueles que podem perceber as coisas a partir do nível da alma.

As ligações que o amor cria, muitas vezes, envolvem a partida de um ente querido com dor e tristeza, e com um desejo pelo retorno daquele que partiu. Este é um resultado natural da operação do coração humano em sua expressão de amor. Onde o coração humano puder se unir à essência interior Divina, então, a tristeza poderá ser acompanhada pela alegria diante do conhecimento de que a jornada do amado continua em um novo ciclo. Tanto a tristeza, quanto a alegria podem co-existir no momento da transição de um ente querido, quando se sabe que a alma cumpriu o seu propósito em um nível e está preparada para avançar para outro.
 
 
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Direitos Autorais:
Fonte: http://lightomega.org/ 
http://lightomega.org/Earth/ANC/Death-and-Dying-Passing-of-Souls.html


Traduzido por:
Regina Drumond Chichorro –
reginamadrumond@yahoo.com.br 
 
 
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