-COMEMORAÇÃO -
UM CHAMADO DE AMOR E LIBERDADE
Por Julie Redstone em
28 de agosto de 2013
 
(Edicao especial em honra do 50o. aniversário da Marcha pelos direitos civis em Washington sob a lideranca de Martin Luther King Jr.)
 

Neste 50o. aniversário da Marcha em nome dos direitos civis sob a lideranca de Martin Luther King Jr e na sombra daquela grande multidao de almas fervorosas que estiveram juntas naquele dia e deram testemunho de seu compromisso com a igualdade entre as racas, nós hoje, chamamos a todos para dar testemunho da extensao deste compromisso de igualdade.

Existe, hoje, o legado da velha divisao racial que ainda impede a plena igualdade, predominantemente entre negros e brancos na América. Nós sabemos disto, por estarmos ligados direta ou indiretamente ao sutil e nao tao sutis aspectos da discriminacao racial que ainda existe.

Ainda existem assuntos que somos chamados a encarar hoje, mais profunda e amplamente, pois o caminho da igualdade racial é construída na igualdade de educacao, renda, emprego, habitacao, saúde e justica e nao podem ser apenas encontrados através de leis anti-discriminacao. Nós o temos feito e estamos ainda neste processo de fazer.

Igualdade verdadeira precisa vir da consciência que nao vê os outros como diferentes de si mesmo, aquele que vê fora desta percepcao cria um limite ao redor de quem tanto pode estar perto, quanto distante.

Nao importa se estamos discutindo sobre raca ou classe ou incapacidade física ou limite mental ou idade ou alguma espécie de atributo que nós, vemos pessoalmente, em qualquer encontro, mas é no preciso detalhe do encontro com o outro, em amor, cujo desafio é conhecer ou nao. É no preciso detalhe de nossa experiência sobre a diferenca que nós nos tornamos vulneráveis por nao estarmos conectados a nossa humanidade comum como criancas de Deus, e é nesta percepcao de diferenca que o medo, a rejeicao, o esteriótipo e o pré julgamento pode florescer.

Precisamos libertar a nós mesmo destes sentimentos de diferenciacao onde quer que eles ocorram e por qualquer razao. Precisamos ser capazes de olhar aqueles fisicamente diferentes de nós, mentalmente diferente de nós, aqueles cujas crencas nos chocam ou consternam, mesmo aqueles que expressem ódio por nós, com a igualdade de parentesco que pertence a todas as criancas de Deus. Nós não precisamos consentir o comportamento daqueles que nos ferem, e devemos nos proteger desta injúria, mas onde quer que um humano respire, viva, onde bata um coracao, seja dado o mesmo amor e respeito que daríamos aos membros de nossa própria família.

Parece uma tarefa desencorajadora. Mas o entendimento de que somos todos de descendência comum do Criador de Tudo, precisa trazer-nos para a percepcão de que podemos e devemos nos livrar da maneira de viver do passado, baseada no gosto pessoal.
Devemos nos livrar dos limites do passado que mantivemos em nossos coracões, sobre o medo e inconsciência, um limite que permitia que apenas alguns pudessem entrar e mantinha outros do lado de fora. Hoje, é este limite que está sendo eliminado pela expansão da Luz em nossos coracões, e é este limite que, uma vez eliminado através do poder do amor, permitirá todo ser humano viver como Um.

Mas primeiro devemos desejar parar com "gosto" e "não gosto" em relacão a certos indivíduos, grupos, qualidades, sistemas de crencas e qualquer outra característica que provoque em nós o afastamento dos outros.

Devemos sacrificar o apego a nossas crencas como um meio de julgar os outros e, ao invés disto, abracar o vivo coracão pulsante de cada um que exista, além de qualquer crenca pessoal ou qualidade de expressão.

Esta mudanca em nossa disposicão, em apagar os limites ao redor de nossos coracões, não dando mais poder ao medo e rejeicão, baseado em nosso senso histórico de difenciacão dos outros, irá, mais que qualquer coisa, permitir que aquelas práticas e políticas no nível mais exterior evoluam para que possam criar uma sociedade igualitária, para homens e mulheres, para que todos possam respirar livremente na luz de nosso amor.

Esta é a sociedade que cada coracão, mesmo sob o domínio do rancor e do medo, pode carregar inerentemente por longo tempo. Porque cada coracão procura a paz. Cada indivíduo procura o respeito que é seu direito inerente.

Agora, hoje, vamos prometer caminhar nas pegadas daqueles, que permaneceram alegre e corajosamente em pé na grande multidão, que reuniu-se em Washington 50 anos atrás, e vamos dar o próximo passo naquela mais profunda e sagrada missão que é agora inserida em nossa história coletiva.

Que Deus possa abencoar este esforco e esta iniciativa em nome da unidade.

Que todos os coracões possam procurar os limites ainda existentes entre todos, para que como Um no Amor e Um em Deus a unidade da sociedade de almas possa ser estabelecida sobre a Terra.

Todas as bencãos de Luz para aqueles que permanecam firmes e caminhem com coracao de amor na Luz dos principios sagrados.

Amem.
 
 
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Direitos Autorais:
Fonte: http://lightomega.org/ 

Traduzido por: Regina Funicelli (regina_funicelli@hotmail.com )
 
 
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