HOMENAGEM À MÃE
Mensagem de Jesus/Jeshua, canalizada por Judith Coates
8 de Maio de 2015
 
 
  Neste mês, que você reservou para homenagear as mães, saiba que você pode se homenagear, tenha ou não a experiência nesta vida como mãe, pois, na verdade, você é uma mãe criativa. Observe todas as suas criações. Quando você estiver em paz, permanecendo em silêncio, remeta a sua mente à semana passada em seu tempo, e contemple as suas criações. Contemple as experiências. Contemple os relacionamentos.

Contemple os seus pensamentos e sentimentos na semana passada e veja como você foi a mãe criativa de tudo o que aconteceu com você e para você.

Conheça-se como Luz. Vivendo como a Luz que você é, agradeça-se pelo Ser criativo que você é. Quando você pensar nos eventos da semana passada, do mês passado, do ano passado, veja o que você criou e os chame de bons – ainda que as aparências e os sentimentos sugiram o contrário.

Quando você estiver no coração, em contemplação, chame no olho de sua mente aquela conhecida como a sua mãe. Convide esta para estar em seu coração com você. Se esta deitou o corpo e fez a transição, como você diria, saiba que você pode, instantaneamente, comunicar-se com ela, pois não há separação. Chame esta para o seu coração e fale o que gostaria de compartilhar com ela. Se ela estiver em um país distante, seja em outro local geográfico, ou em um país distante, como seria definido como estando em outro estado da mente, converse com ela a partir do seu coração. Compartilhe com esta os sentimentos e insights que não foram ainda compartilhados. Saiba que no coração você é instantaneamente Um com quem você aí convidar.

O que compartilharia com ela? Ainda que você não mais esteja no que seria visto como uma comunicação física com esta, saiba que esta aguarda somente o seu convite para se comunicar. Converse com ela o que quer que ela saiba, e, então, ouça, pois, realmente, ela irá compartilhar com você. O que ela lhe diz?

Saiba sempre que a comunhão pode vir do coração sempre que você escolher permanecer na quietude e convide-a com amor e com abertura. Na abertura, pode haver diálogo, pois não precisa ser apenas de uma maneira. Há muito que ela irá compartilhar com você, ainda que, talvez, você a veja distante.

Além disto, você é o Filho sagrado de nosso Pai/Mãe celestial, e você escolheu estar aqui para participar com os outros: participar do grandioso drama, algumas vezes, com mais drama do que em outros momentos. Permita-se encarar o relacionamento e os momentos de interação como cenas em uma comédia divina, cada um exercendo o papel, como eles o viram neste momento. Fale com aquela conhecida como a sua mãe as palavras que você desejava que tivessem sido expressas, as palavras que você falaria agora. Faça perguntas que não foram respondidas, e permita, depois da habitual linguagem do ego que vem tão facilmente, que uma nova linguagem seja expressa. Peça compreensão, uma nova visão de algo que poderia ainda o estar incomodando, algo que pareça ainda incompleto. Permita que o amor seja dado, no lugar da compreensão limitada que levou ao julgamento: permita o perdão de si mesmo e da mãe.

Se houver momentos em que encontrar a criança de vocês – a criança interior – a criança que você ainda é, não importa a altura que o corpo possa ter- chamando-o com dor e confusão, saiba que você pode ser a mãe para esta criança. Cuide de sua criança, de si mesmo. Dê à criança que você é, a esta criança interior, o que você pode ter sentido que não recebeu da outra conhecida como sua mãe.

Você é a sua própria mãe. Você é a mãe para a sua criança interior, e esta criança deseja ser reconhecida, ser reverenciada como a Criança sagrada que você é. Seja criativo como a mãe que você é. Encontre meios de permitir que a criança venha, seja apreciada e valorizada.

Divirta-se como a criança que você é. Seja espontâneo. Libere as limitações do mundo que lhe disseram como você “deveria” ser. De vez em quando, ande com os pés descalços – literal e figurativamente. Seja carinhoso e gentil. Caso se encontre em julgamento, faça uma pausa e pergunte: “Como posso ver isto de uma nova maneira?” Pois agora você está chegando a um espaço de escolher de novo rapidamente, a cada vez que isto ocorrer. Você não habita o espaço do julgamento, tanto quanto costumava. Você está permitindo que o julgamento se vá como o absurdo que é.

Faça uma pausa e se permita se conectar novamente com a criança e peça a si mesmo o amor que você gostaria que outro lhe desse. Conceda-se este amor. Use até os seus braços físicos, colocando-os sobre si mesmo e se dê este abraço que você pediria a outro.

Dê àquela conhecida como a sua mãe, a homenagem, a reverência e o amor, mas não porque ela o mereceu pelo que fez ou não fez. Não julgue de acordo com a maneira do mundo, mas dê a esta o seu amor e a sua honra e a sua reverência, pois ela é como você: o Filho sagrado, a Luz neste plano. E dê a si mesmo a honra e a reverência e o amor como o Princípio criativo, a mãe que você é.

Agradeça a si mesmo por tudo o que chegar a sua frente. Reúna cada experiência para você como se fosse um ramalhete de belas flores, cada uma única em sua cor, forma e perfume, e saiba que você honra, desta maneira, a verdadeira Mãe: o Amor que a Todos criou.
Que assim seja.
 
 
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Traduzido por: Regina Drumond  – reginamadrumond@yahoo.com.br
 
 
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