A LONGA JORNADA PARA O LAR
Mensagem de Jesus/Yeshua, canalizada por Judith Coates
6 de Novembro de 2015
 
luz de gaia
 
  Amado, gostaria de lhe falar agora sobre a longa jornada para o Lar. Você sentiu muitas vezes que não estava no Lar, que queria encontrar novamente o Lar. Você disse aos seus pais e àqueles da geração mais velha: “Onde está o Lar? Eu quero ir para Casa.” E eles lhe disseram: “Bem, este é o seu Lar aqui. Aqui estamos. Este é o seu lar.” E você disse: “Não, não este lar, mas o Lar que eu anseio em meu coração, o Lar que eu me lembro e que não consigo visualizá-lo, e que não consigo encontrá-lo, mas sei que há um Lar, em algum lugar.”

Você escolheu, e não há julgamento nisto. É uma coisa muito boa o que você fez; você escolheu fazer a longa jornada para o Lar. Você escolheu viver em todos os lugares, ver tudo, visitar todos os amigos, todos os irmãos e irmãs que são a Luz fundida em um veículo mais denso. Você escolheu conhecer cada desvio, viver em todos os lugares e ver tudo, em todos os lugares que fosse, porque você não queria perder nada.

Às vezes, você se julga. Depois de ter percorrido um longo caminho, você disse: “Bem, é realmente um desvio, e eu não deveria ter feito isto. Estou desperdiçando um bom tempo fazendo isto.” E, no entanto, você está mais rico por ter escolhido fazer a longa jornada. Assim, como eu já lhe disse, não há julgamento nisto. Na verdade, se houver julgamento, é para dizer que é uma boa opção saber tudo o que você pode criar e como criar a sua saída disto, se isto não lhe for agradável.

Você tem a mente inquiridora. Você quer saber o que há mais, até mesmo ao ponto de: “O que eu posso criar que não seja Amor?”

Então, você cria situações e pode saber imediatamente que não é amor. Não parece bom. Então, você começa a se perturbar e dizer: “Bem, por que eu escolhi isto?” Você o escolheu, para que pudesse saber o que há ao longo desta jornada, e isto está bem, porque você nunca faz realmente as mesmas escolhas e nem tem as mesmas experiências. A cada vez que você percorre o que parece ser o mesmo caminho, você o experiencia de uma forma um pouco diferente.

Agora, sei que para alguns de vocês, o que planejaram no Lar, talvez, não tenha sido assim tão amoroso. Você sabe por que escolheu isto? E você o escolheu. Você montou um roteiro e uma escolha. Você fez isto antes da encarnação. Você escolheu de maneira ampla, não com pequenos detalhes, mas de uma forma ampla, que tipo de roteiro você participaria, que tipo de jogo em que seria o ator.

Sei que muitos escolheram um pouco de dificuldade na família biológica e na formação – o que foi mais uma opressão do que uma formação. Então, você disse para si mesmo: “Por que isto aconteceu para mim?”

Você compreendeu que, talvez, você estivesse moldando aquilo que tem experienciado, e, então, você questionou: “Por que eu escolhi uma coisa destas?” Você o escolheu a fim de provar a si mesmo o quanto é forte e o quanto o amor é forte. Porque não importa o que tenha lhe acontecido em seus anos de formação, em seus anos de adulto, não importa o que tenha aparentemente lhe acontecido, você foi capaz de sentir o poder do amor e dar este amor aos outros.

Você encontrou companheiros. Você encontrou a pequena prole, onde o seu coração se abriu e você os amou com um amor puro. Sim, após algum tempo, ela poderia ser contaminada com um pouco do julgamento do mundo, mas a sua natureza básica e o dom básico que você dá é o amor.

É por isto que você, muitas vezes, encontra-se mestre de certos tratados, de certos textos, porque você conhece o poder do amor. Você sabe que aqueles estão famintos e sedentos de serem curados na maneira de aceitarem o amor, de sentirem o poder do amor. É por isto que você aceitou o papel de mestre, porque você conhece o poder do amor. Você sabe que não importa o que lhe tenha acontecido no passado, isto somente o tornou mais convencido do poder do amor.

Assim, quando você der esta respiração profunda e disser: “Bem, isto está bom, está certo, eu não o via desta forma. Eu achava que era um fracasso. Achava que fazia tudo errado. Pensei, caramba, se escolhi todas estas situações difíceis e desagradáveis em que estive vivendo, talvez, eu fosse estúpido ao escolhê-las.”

Mas, você nunca é estúpido. Você escolheu a partir do seu Eu divino aquilo que traria o despertar para si mesmo e para outros: sentir o poder do amor. É por isto que você é atraído para certas mensagens. É por isto que você escolheu determinadas experiências, as quais quando você está passando, você diz: “Não sei como eu consigo superar isto. Não acho que consiga superar isto. Não vejo sequer um lampejo de luz. Acho que não posso passar por isto.”

E, então, você passa por outro ano, cinco anos, dez anos ao longo da jornada, olha para trás e diz: “Eu tive certamente força para superar isto. Não foi fácil.” Não, não foi fácil, mas o poder do amor dentro de você o levou a superá-lo, e o poder do amor dentro de você, cura tudo. Cura os relacionamentos. Cura o corpo. Cura tudo o que você experiencia.

Este é o poder de Quem e do Que você é, porque você é Amor. E você escolheu conhecer o poder do perdão.

Há poder nisto, não na outra pessoa. Ela poderá nunca sentir qualquer perdão. Ela pode, realmente, manter grande julgamento de si mesmo e de todos, mas, para você, você está se concedendo o perdão, e você está no espaço do amor, o espaço que cura. E nunca é tarde demais para o perdão.

Tudo o que você tem a fazer é viver na simplicidade do amor. É por isto que eu escolhi chamá-lo de Filho divino, porque você é sagrado e porque você é o Filho. Permita-se viver a vida como a criança que fica muito entusiasmada com tudo. Tudo é um presente para a criança inocente. Tudo é algo maravilhoso de ser explorado, compreendido e para ser dado a outra pessoa, para que seja compartilhado.

A pequena criança está muito viva na inocência. Isto é realmente quem você é e o que você é. É por isto que eu o chamei de Filho divino, por causa de sua herança, de sua natureza que é a da simplicidade, da inocência. Como uma criança, você vem experienciar. E, mais tarde, você poderá questionar a sua escolha: “Por que eu escolhi estes pais, esta experiência?”

Você escolheu porque é uma oportunidade de conhecer o poder do amor, de conhecer o seu poder como amor, e de habitar neste espaço, não importa o que esteja acontecendo ao seu redor, e para dar as melhores notas para si mesmo, porque você escolheu experienciar, aventurar-se.

Você gostaria de saber: “O que posso descobrir neste dia? Quem poderei descobrir neste dia? Talvez eu faça um novo amigo neste dia”, e você faz. “Talvez eu faça amizade comigo mesmo. Onde estou?” E você começa a ir mais fundo em sua compreensão do que significa ser a Energia divina que tem uma experiência humana.

Tire o maior proveito disto. É por isto que você se presenteou com a experiência humana, para não se preocupar quando o ego separado sugerir: “Oh, bem, você tem que se preocupar. Você tem que se preocupar com os filhos, com os pais, com a sua saúde, com as finanças, com o tráfego.”

Há sempre algo com que se preocupar. Ou, você pode optar por ser Aquilo que você é, e conhecer profundamente a si mesmo. Que você é o amor, o qual foi enviado aqui por ordem divina. Houve uma ordem colocada diante de você antes de nascer por mais amor, e você disse: “Está bem, eu irei.” E você veio.

Você chegou a um lugar onde de vez em quando você compartilha o amor com o outro – um amor aberto, tranqüilo que não tem que ser julgado. Ele simplesmente é, e parece bom. E neste espaço, há a cura de tudo: a cura do corpo, das emoções, de todas as experiências que, talvez, você julgou não serem tão saudáveis; talvez, até mesmo as experiências que você teve, que foram abusivas e difíceis.

Há cura em conhecer o verdadeiro Amor. Não apenas o amor humano. O amor humano vem e vai, como você experienciou, mas o seu Eu divino é o amor que existe desde antes do tempo e existirá além do próprio tempo. Isto é Quem você é. E, sim, é possível conhecê-lo, senti-lo. Receba-o profundamente na consciência e alegre-se.

Que assim seja.

Jeshua ben Joseph (Jesus), expressando-se através de Judith Coates.
 
 
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Traduzido por: Regina Drumond  – reginamadrumond@yahoo.com.br
 
 
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