A TERRA DO SILÊNCIO
Uma mensagem de Deus canalizada por Gloria Wendroff em
17 de março de 2010
 
Deus disse:

Por mais barulhento que seja o mundo – os sons do tráfego, os gritos das crianças, os assobios dos trens, música alta, tambores batendo – há sempre um silêncio profundo correndo por trás disso. O silêncio não corre. Ele é. É silencioso independentemente do barulho ao redor. Tu vives nessa Terra do Silêncio. Tu a possuis. É muito mais do que um alívio ou descanso. É a tua própria base.

O silêncio não é um retiro. É a tua Fonte. Tens esse silêncio dentro de ti sempre. Estás exatamente aqui no silêncio, no entanto Nós falamos em encontrá-lo. O silêncio te encontrou há muito, muito tempo atrás. Eu te criei. Nunca estiveste ausente deste silêncio. Podemos chamar este silêncio de Céu.

Este silêncio é mais do que a ausência de barulho. É a tua própria natureza. Este silêncio não se move. Ele não faz nenhum ruído. Entretanto, ele é o nível mais poderoso do Ser. É o nível mais poderoso de todos. É o poço do qual bebes. É o motor que te faz funcionar.

Do silêncio vêm todas as dádivas. Deste saco de silêncio sobre os ombros do Papai Noel, ele tira todos os presentes que te oferece.

Neste solo de silêncio, todas as flores e plantas crescem, e crescem alto.

Deste ventre de silêncio, do qual vieste, sobes às alturas que ultrapassam as dimensões do mundo, até que os limites da Terra desapareçam e não haja mais limites. Existe a ausência total de limite. Não há limite nenhum. Limites são uma impossibilidade. Não podes acreditar em limites para sempre. Os limites podem fazer todo o barulho que quiserem, mas sempre acabam parando. Os limites têm que tomar um fôlego. Eles têm que escoar para fora. O barulho tem que ir para algum lugar. O barulho tem que deixar teus ouvidos, teu coração, teus olhos.

Limites não são amor. Estamos falando de um silêncio onde tudo é amor. Nada se mexe aqui. Todos os amores estão aqui, e tudo é amor e nada a não ser amor. Eu, Deus, estou aqui. Eu não faço nenhum barulho.

Tu não nadas aqui no silêncio. Tu és o Silêncio. És à prova de som, amado.

O silêncio é como a neve branca que cai. És uma manta de silêncio. Passos não são ouvidos. Tudo é silêncio nas profundezas de ti.

O silêncio é a escala musical. O barulho é um arranhão no extremo final da escala. Silêncio é música. Barulho é ruído e não música.

Mesmo no meio do barulho, podes estar no Silêncio de ti mesmo.

Considera o silêncio como dinheiro no banco. Podes retirar teu silêncio como quiseres. Ele é teu. Vai para a tua própria caixa-forte e retira-o. Envolve-te com ele. O silêncio é um bálsamo tranquilizador. Derrama-o sobre ti. O silêncio é teu. Ele te pertence. Ele ficará contigo.

É incrível que quanto mais tocas o silêncio com as pontas dos teus dedos, mais ouves o que Eu digo. Isto não é um silêncio receitado. Isto não é forçar o silêncio a ti mesmo. Digo de novo: mesmo no meio do barulho, este silêncio é teu. Não precisas puxá-lo para fora. Ele já te pertence. O silêncio não é um acontecimento que chamas para ti. Já és esse Silêncio. Estás em paz.

O que isto significa é que tudo o que tens que fazer é ouvir a Minha quietude. Essa é a Minha Voz. Do Silêncio do Meu Coração para o teu, Eu sempre falo contigo. Cala a tua mente fértil por um minuto. Agora ouves Meus sussurros silenciosos? Consegues ouvir Meu amor falando contigo agora?
 
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Gloria Wendroff, Supervisora

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Tradução: Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br

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