COM PROPÓSITO DIVINO
Uma mensagem de Deus canalizada por Gloria Wendroff em
30 de março de 2008
 
Para se ter paz, é preciso haver honestidade. Fingir paz não é paz. É bom que queiras viver de acordo com teus ideais, mas fingir viver de acordo com teus ideais é muito diferente de vivê-los. Sei que queres sentir-te amoroso, e que nem sempre te sentes amoroso. E então às vezes agüentas firme. Sei que não é fácil para ti. Não queres dissimular. Não queres fingir o que não estás sentindo, mas também não queres ter nada além de amor no teu coração. Então invocas o amor e tentas manter a equanimidade, ou, poderíamos dizer, tu finges que a manténs.

Talvez digas a ti mesmo que deves disfarçar teus sentimentos. Certamente às vezes faz sentido ser apenas delicado. Não ficas correndo de um lado para outro contando para todo mundo tudo o que te aborrece. Com certeza queres concentrar tua atenção no lado justo e bom da vida, mas nem sempre podes sufocar teus sentimentos e engoli-los, como se eles não existissem. Não podes fazer isto para sempre.

Serias perfeitamente feliz se conseguisses transcender aquilo que te incomoda. Enquanto isso, provavelmente abafas teus sentimentos. Não há uma lei da física que diz que o vapor se expande? Que ele não pode ficar fechado para sempre?

Então, teus sentimentos não podem ficar engarrafados. Apesar das tuas boas intenções, teus sentimentos vão acabar irrompendo – em lágrimas, por exemplo, ou em raiva ou palavras que mais tarde vais desejar não teres dito.

Talvez seja bom designar um momento – uma vez por semana, por exemplo – para que tu e teus entes queridos vos encontreis e converseis amavelmente sobre o que cada um está sentindo. Uma reunião como esta, a intervalos regulares, estabelece uma estrutura onde vossos sentimentos e necessidades podem ser apontados amigavelmente. Este tipo de reunião acaba com as mágoas. É amigável e tranqüila. Não é uma confrontação. É um encontro onde se reconhece que todos vós sois seres humanos vulneráveis e que às vezes estais sujeitos à frustração. É um encontro que promove a abertura e expansão de corações puros.

Nessa reunião, a questão não é quem ou o que está certo, mas o que está acontecendo.

Como seria maravilhoso ter uma reunião como esta nos locais de trabalho! Empregado e patrão encontrando-se para discutir o que um pode fazer pelo outro. Este tipo de encontro reconhece que existem necessidades que podem ser satisfeitas. Reconhece o valor de uma comunicação aberta e segura. Com reuniões como estas, não haveria necessidade de antagonismos. Com tais reuniões, nem os empregados nem os patrões estariam reclamando. Não haveria necessidade de reclamação. Ninguém falaria do outro pelas costas.

Pensa como seria se no lugar de encontros entre pais e professores, houvesse encontros entre estudantes e professores, um a um. Imagina se o professor perguntasse ao aluno: "O que posso fazer para tornar a nossa aula mais significativa para ti? O que posso fazer por ti? Por favor, diga-me e eu o farei." Qual seria a necessidade de confrontos explosivos então? Quem os quereria?

Uma coisa simples, um acordo através do qual dois seres conscientes se encontram para ver como as coisas estão indo e o que pode ser feito para melhorá-las. Duas pessoas encontrando-se com o mesmo objetivo, não mais investidas dos seus papéis de professor e aluno. O professor não está mais controlando o estudante, e o estudante não tem mais necessidade de se rebelar. É o encontro entre dois indivíduos que se importam um com o outro; que se expressam; que talvez dêem risada juntos. E que respiram melhor, porque dois corações estão se encontrando com um propósito divino.
 
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Gloria Wendroff, Supervisora

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Tradução: Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br

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