NO CORAÇÃO DE DEUS
Uma mensagem de Deus canalizada por Gloria Wendroff
em 29 de Março de 2008
 
Neste momento de não-tempo, estás seguro no centro do Meu coração. Eu nunca te abandono. És o meu amado. Não é que eu te prenda nos recessos do Meu coração. Eu te liberto. Eu te deixo livre para brincar no mundo, sabendo muito bem que Nós estamos intimamente conectados, muito mais do que possas imaginar.

É como se tivesses um botão de controle remoto, o qual podes sempre pressionar para me chamar à tua consciência. Tudo o que precisas fazer é pensar: Deus. Quando pensas Deus, um raio do Nosso Estado de Conexão brilha em teu coração.

Se Nós fôssemos uma corda de pular, seríamos uma corda com dois pegadores. Mesmo assim, seríamos uma corda de pular. Observa como Nós giramos. Observa as ondas da corda – que somos Nós – girando, circulando o Nosso Ser Uno ao redor do nada, simplesmente movendo-se e depois voltando ao lugar. É como se segurássemos a Nós Mesmos com Nossas mãos. Nós nos expressamos e depois voltamos ao lugar. E durante todo o tempo, permanecemos quietos, tranqüilos no centro do Meu coração – tu e Eu em Nossa Unidade.

Ou poderias dizer que somos um pião. Giramos e, durante todo o tempo, somos simplesmente um pião. Um pião é um pião, independente de estar em movimento ou parado. Será que um pião continua sendo um pião independente de saber disto ou não? Tu sabes que és Filho do Meu Coração? Tu sabes quem és, querido? Sabes do que és feito? Sabes por que giras e por que te manténs quieto? Até um pião gira em quietude. E tu, querido, tu também te moves no mundo em quietude, de tão conectado que estás com o Meu Coração. Independente de quão longe viajes, independente do que sintas, tu giras em Meu Coração. Tu és a roda de fiar do Meu coração.

Um ioiô vai para cima e para baixo, quando a mão o segura. Por si só, um ioiô não consegue girar. Por si só, ele é inerte. Quando a mão o segura como se fosse uma varinha, ele vai para cima e para baixo. Ele se prende a um cordão que a mão segura. É o ioiô que se movimenta, no entanto é a mão que o movimenta. É o Meu coração que te move, querido.

Tu és vibrante por causa do Meu coração, que sabes que é o teu. Se não houvesse o entrelaçamento dos Nossos corações, tu serias inerte.

Aceitas isto? Se aceitas, então saiba que estamos juntos nesta aventura em que estás. Estamos nesta vida juntos. Tu és Meu mensageiro para o mundo, e também és um mensageiro do mundo para Mim. Tu és o Meu Experimentador. Eu sou o Tudo, de modo que tu experimentas um aspecto de Mim e Me contas a respeito dele.

Tu esperas que Eu explique a vida para ti, no entanto és tu que explicas a vida para Mim diariamente. Isto é, tu demonstras a vida para Mim

Estamos num cinema juntos. O rolo do filme gira e Nós observamos o que ele mostra enquanto gira. Nós somos o que já girou, o que está girando, o giro e os giradores. E também somos os Observadores. Nós observamos a Nós mesmos na tela. Observamos as partes móveis da vida e, ao mesmo tempo, estamos imersos em quietude. Não movemos um músculo. Estamos aconchegados no Meu Coração Uno de Amor. Não viajamos de jeito nenhum. É só na tela do cinema que parecemos ir de um lado para o outro, para trás, para frente, para cima e para baixo. No entanto, assim mesmo, Nossos corações simplesmente se dão as mãos, de tão imersos que estamos no amor pelo Nosso Ser Uno.

NÃO TENHAS PRESSA
Uma mensagem de Deus canalizada por Gloria Wendroff em 28 de março de 2008
Algumas vezes, a melhor coisa a fazer é se recostar. Às vezes tens mesmo vontade de dar-te umas mini-férias, sejam elas de uma semana, um dia ou uma hora.

Sabes, querido, não existe nenhuma lei que diga que tens que realizar tudo o que programaste fazer. Eu não te classifico de acordo com o quanto consegues fazer. É lógico que Eu não te classifico de jeito nenhum. Tu mesmo te classificas, como se o sentido da vida se relacionasse com o quanto consegues fazer.

Realmente pensas que és melhor ou pior se arrumares ou não a tua cama todos os dias?

Será que é mesmo um caso de vida ou morte conseguir fazer tua lição de casa, ou tirar um A ou B ou C num teste?

Quanto realmente importa se o teu trabalho fica pronto às 3 horas da tarde ou amanhã de manhã? Serás mesmo uma pessoa melhor se cumprires o prazo das 3 horas da tarde?

O que significa toda essa urgência de terminar o teu trabalho para que depois possas ser? Que tal ser agora? Que tal simplesmente ser? Teu valor não está realmente no que fazes. Teu valor está em quem és.

Realmente não estou advogando que não trabalhes mais ou contribuas de uma forma útil. Não advogo que abandones a responsabilidade. Não advogo que fujas da vida. Não advogo que te sentes e não faças nada o dia todo. O que eu realmente advogo é que tires um dia para te dedicares à preguiça de vez em quando. Estou dizendo que tens que te dar uma pausa de vez em quando. Estou dizendo que tua vida não tem que ser governada por "tenho quês". Estou dizendo que não podes ser sempre governado pelo exterior. E isto inclui o poderoso relógio. O relógio é o galo que governa o galinheiro? Não é?

É o tempo que dirige a tua vida? Se for, então não é à toa que estás tenso, pois trabalhas para um chefe bem rigoroso. Teu relógio deve ter até um chicote. Em vez de dares corda no relógio, é o relógio que dá corda em ti, e tu ficas tenso. Não gostarias de criar um pouco de tranqüilidade na tua vida e na vida daqueles que te rodeiam?

Considera tua vida uma dança. Uma dança rápida é melhor do que uma lenta? Será que não poderias às vezes dançar uma polca, outras vezes uma valsa, às vezes um fox trot, outras vezes uma rumba, um tango, um samba e assim por diante? Será que uma dança é realmente melhor do que outra? Não gostarias de mudar de ritmos? Não aproveitarias melhor a vida se algumas vezes te desacelerasses um pouco e perguntasses a ti mesmo: "Para que esta pressa?"

O coração bate num certo compasso. Teu coração será melhor se bater mais rápido? Será pior se bater mais devagar? Os batimentos cardíacos estão batendo para ganhar uma corrida? A vida é uma corrida, querido?

Tudo tem seu valor. Em termos de mundo, o valor depende do contexto e de como ele é visto e por quem. Tudo tem suas vantagens e desvantagens. A lebre aprendeu que a velocidade nem sempre é o caminho para se vencer uma corrida. A tartaruga aprendeu que lentidão e tranqüilidade também podem vencer uma corrida.

Ao observar Meus filhos na Terra, vejo que há mais correria do que tempo livre. Sugiro que ponhas de lado a tua pressa agora mesmo e vejas como é a vida quando deixas fluir e simplesmente olhas pela janela.
 
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Gloria Wendroff, Supervisora

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Tradução: Vera Corrêa veracorrea46@ig.com.br

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